Tão mais inspirada. Foi ao ver a noite que a verdade se emocionou. Sem vestígios do nada, do vazio onde vivia. A menina criou a ciranda e no mar mergulhou.
Queria sorrisos profundos. Encontrou beleza ao sentir amor. Criou majestade entre reis e rainhas. Lambuzados de reverência à autoridade da menina. Ela queria encontrar o além. Foi e buscou.
Dentro e tanto. Não foi preciso extroverter-se. A menina constatou. Ela tilintava maravilhas. Entre sorrisos e doçuras. Era uma beleza de menina. Que cantava às escuras, porque sua alma ainda era tímida, enquanto um vulcão encandeava todas incertezas. Nela e tanto.
Nego contato com todas mesquinharias - decidiu. Vira e mexe, possuída por almas e ventres, inspirada por cíclicas ondas de leveza, derramando emoções pelo caminho a menina. A menina. Cirandava pequenas canções antes de dormir. Nego tudo o que não for minha própria verdade - deusa de si. Majestosa, garota frondosa. Conhecia o eterno. Aprendia a sorrir.